Grande África Oriental, 16 dias: a migração do Serengeti e o Kilimanjaro
O circuito norte e o Mara numa só viagem — os baobás e os elefantes do Tarangire, o fundo da cratera do Ngorongoro, o Serengeti e as suas travessias de rio, e depois um voo transfronteiriço até ao Masai Mara e a Amboseli, sob o Kilimanjaro.
Sobre este safári
Dezasseis dias são o que é preciso para ver o ecossistema Serengeti–Mara como um só lugar e não como dois países. As manadas não reconhecem a fronteira, e este itinerário segue-as: para norte pelo circuito clássico da Tanzânia até Kogatende, no rio Mara, e depois um curto voo de avioneta que atravessa para o Quénia para retomar a história do outro lado.
A primeira metade faz-se por estrada, que é o que assenta ao circuito norte — os baobás e as manadas de elefantes do Tarangire, os leões trepadores e os flamingos do lago Manyara, e um dia inteiro no fundo da cratera do Ngorongoro, onde uma caldeira de duzentos e sessenta quilómetros quadrados reúne rinocerontes-negros, leões de juba farta e clãs de hienas num só golpe de vista. Depois o Serengeti: o vale do Seronera para os grandes felinos e o norte para as travessias. A segunda metade é voada — o Masai Mara para o lado queniano da migração e Amboseli para os elefantes de grandes presas com o Kilimanjaro por trás. Acaba onde acabam quase todos os safáris do Quénia, num jantar em Nairobi.
O que torna esta viagem especial
- A Grande Migração dos dois lados da fronteira, com um voo transfronteiriço de avioneta entre elas
- Um dia inteiro no fundo da cratera do Ngorongoro
- Travessias do rio Mara a partir do norte do Serengeti, na época
- Leões trepadores e flamingos no lago Manyara
- Manadas de elefantes e baobás antigos no Tarangire
- Elefantes de grandes presas sob o Kilimanjaro, em Amboseli
A viagem, manhã após manhã
Chegada a Arusha
Karibu Tanzania. O seu guia recebe-o no Aeroporto Internacional do Kilimanjaro ou no de Arusha e leva-o para o seu hotel. Jantar de boas-vindas e uma noite de descanso antes de o circuito começar.
Para sul, até ao Tarangire, terra de baobás e elefantes
Depois do pequeno-almoço, o percurso para sul até ao Tarangire, onde baobás antigos se erguem sobre uma das maiores populações de elefantes de África. Safári em veículo à tarde ao longo do rio Tarangire, que atrai elandes, gnus e zebras durante os meses secos, com águias-marciais no céu.
Um dia inteiro no Tarangire
Um dia inteiro entre os pântanos ribeirinhos e a floresta de acácias, onde as manadas de herbívoros se juntam nos charcos e os predadores as esperam. O leão e o leopardo são regulares aqui, e a observação de aves é excecional.
O lago Manyara e a escarpa do Vale do Rift
Atravessando a escarpa do Grande Vale do Rift até ao lago Manyara — floresta freática, um lago alcalino orlado de flamingos e a floresta de acácias onde os leões trepadores do parque descansam nas horas de mais calor. Bandos de babuínos e poças de hipopótamos pelo caminho.
Um dia inteiro na cratera do Ngorongoro
Descida de seiscentos metros até ao fundo da maior caldeira vulcânica intacta do mundo para um safári em veículo de dia inteiro. Rinoceronte-negro, leões de juba farta, elefantes machos, clãs de hienas e flamingos no lago alcalino, tudo numa só paisagem fechada. Almoço de piquenique junto à poça dos hipopótamos.
Rumo ao Serengeti central
Para noroeste, até ao Serengeti, um dos sistemas de fauna mais antigos e produtivos da Terra. Chegada ao campo e depois um safári à tarde pelas planícies, a terminar com um sundowner enquanto a luz se vai.
Grandes felinos no vale do Seronera
O vale do Seronera concentra a maior densidade de predadores residentes do Serengeti — alcateias de leões nos kopjes, leopardos ao longo das linhas de água e chitas à caça na erva aberta. Um dia inteiro com o seu guia a ler o terreno.
Um segundo dia no Serengeti central
Outro dia inteiro, usado conforme o que os guias estiverem a ver — seguir uma alcateia, esperar por uma chita com crias ou trabalhar o rio à procura de leopardo. Aqui é o tempo que faz a diferença.
Para norte, até Kogatende e ao rio Mara
Para norte, até à zona de Kogatende, onde entre julho e outubro, sensivelmente, a migração se concentra no rio Mara. Gnus e zebras juntam-se nas margens, por vezes durante horas, antes de se decidirem a atravessar.
O norte do Serengeti e as travessias
Um dia inteiro no rio. As travessias não se agendam — as manadas movem-se com a chuva e o instinto — e por isso o dia passa-se em posição e à espera, o que tem o seu próprio prazer. Pode organizar-se um voo de balão ao nascer do sol sobre as planícies, a pagar localmente.
Voo transfronteiriço para o Masai Mara
Da pista de Kogatende, um voo panorâmico atravessa a fronteira para o Quénia e o Masai Mara — o mesmo ecossistema, o outro lado do rio. Safári em veículo à tarde entre as alcateias de leões por que a reserva é conhecida.
Um dia inteiro no Masai Mara
As planícies onduladas de acácias no seu melhor, com um piquenique na savana ao longo do rio Mara a ver os grupos de hipopótamos e os crocodilos. Chitas em campo aberto, leopardo na mata ribeirinha e as alcateias residentes a trabalhar as planícies.
O Mara ao seu ritmo
Um terceiro dia na reserva, moldado ao que mais lhe apetecer — uma partida de madrugada atrás dos felinos, uma manhã mais calma com as equipas dos balões, ou uma saída mais longa até ao Mara Triangle se as manadas se tiverem deslocado.
Voo para leste, até Amboseli, a terra dos gigantes
Um voo doméstico para leste até Amboseli, na fronteira com a Tanzânia, onde as manadas de elefantes em liberdade atravessam o leito seco do lago com o Kilimanjaro por trás. Safári à tarde pelos pântanos até a luz se ir.
Um dia inteiro sob o Kilimanjaro
Safáris de manhã e à tarde, ou um dia inteiro com almoço embalado, pelas planícies poeirentas e pelos pântanos alimentados por nascentes. A montanha limpa com mais regularidade ao amanhecer e outra vez ao fim da tarde — as duas janelas para a fotografia que toda a gente vem procurar.
Para Nairobi e partida
Uma última manhã em Amboseli e depois o voo para Nairobi. Jantar de despedida na cidade antes do voo seguinte, ou um quarto de uso diurno para descansar se a partida for tardia.
Como se desenrola esta viagem — 8 etapas em 16 dias
- 1Arusha
- 2Tarangire
- 3Lago Manyara
- 4Ngorongoro Crater
- 5Serengeti
- 6Maasai Mara
- 7Amboseli
- 8Nairobi
O ano neste safári, mês a mês
De julho a outubro para as travessias de rio no norte do Serengeti e no Mara. O circuito compensa todo o ano: de janeiro a março chega a época dos nascimentos nas planícies do sul, e os meses verdes são mais tranquilos e melhores para a fotografia.
Padrão indicativo para o circuito norte da Tanzânia. A posição da migração depende das chuvas; o calendário exato varia de ano para ano.
Condições ao longo do percurso
Leituras em direto dos lugares onde este safári passa os seus dias.
O mundo por onde esta viagem passa
Fotografia das paisagens e da fauna deste percurso — toque numa imagem para a ver em ecrã inteiro.
Incluído e não incluído
Incluído
- Todos os transfers para aeroportos e pistas
- Voo transfronteiriço de avioneta de Kogatende para o Masai Mara
- Voos domésticos: Masai Mara – Amboseli – Nairobi
- Alojamento conforme indicado
- Refeições conforme indicado no dia a dia
- Veículo de safári 4×4 privado com motorista-guia profissional na Tanzânia
- Safáris em veículo conforme indicado, com guia durante toda a viagem
- Taxas de parques, cratera, reserva e conservação
- Cobertura de evacuação de emergência da AMREF Flying Doctors
- Água potável nos safáris em veículo
Não incluído
- Voos internacionais
- Seguro de viagem, médico e de cancelamento
- Vistos
- Voo opcional de balão de ar quente ao nascer do sol sobre o Serengeti — 546 US$ por pessoa
- Gorjetas e despesas de caráter pessoal
- Aumentos das taxas de parques ou de outros encargos fora do nosso controlo
Quanto custa uma viagem como esta
Tarifas indicativas, tudo incluído, por pessoa e por noite. O seu orçamento é construído a partir das suas datas, dos campos escolhidos e do tamanho do grupo, e mantém-se depois de acordado.
- Gama média450 – 950 US$por pessoa, por noite
Lodges confortáveis nos parques e campos de tendas permanentes, transfers por estrada entre parques, safáris em veículo partilhado, todas as taxas dos parques.
Campos e lodges de categoria Conforto · Clássico
- Luxo950 – 1.500 US$por pessoa, por noite
Voos internos entre pistas, campos de tendas boutique, veículos 4×4 partilhados ou privados, todas as taxas dos parques, alta cozinha.
Campos e lodges de categoria Luxo
- Ultraluxo1.600 – 3.200+ US$por pessoa, por noite
Voos charter privados, lodges de conservancy em uso exclusivo, guia e veículo privados durante toda a viagem.
Campos e lodges de categoria Topo de gama
Ver os campos e lodges por trás destes escalões
*Correto à data de setembro de 2026. Os custos de terceiros, como as taxas dos parques, as licenças de gorilas, os voos de balão e as tarifas dos lodges, são definidos por outros e podem mudar — indicamos-lhe o preço em vigor no momento da confirmação.
Viajantes com tempo, num primeiro safári completo pela África Oriental, ou que regressam para ver a migração dos dois lados.
Lodges de safári, ecocampos e campos de tendas
Perguntas que os viajantes fazem
- Quando acontecem as travessias do rio Mara e vou ver alguma?
- As manadas costumam estar no norte do Serengeti e no Mara entre julho e outubro, e este itinerário coloca-o no rio nos dois países dentro dessa janela. Ninguém pode prometer uma travessia num dia concreto — os gnus juntam-se durante horas e depois voltam para trás tantas vezes como atravessam — e é por isso que os dias 9, 10 e 12 são construídos como dias inteiros no rio e não como uma passagem rápida.
- Porque é que o itinerário faz estrada na Tanzânia e voa no Quénia?
- Porque é assim que cada país se lê melhor. O circuito norte é uma paisagem contínua e os percursos entre o Tarangire, Manyara, a cratera e o Serengeti fazem parte da experiência. Os parques do Quénia ficam longe uns dos outros, com longos transfers por estrada entre eles, pelo que voar devolve dias inteiros aos animais. As avionetas têm um limite de bagagem mole, normalmente à volta de 15 kg — confirmamo-lo antes de fazer as malas.
- O dia da cratera do Ngorongoro é exigente?
- É um dia longo mas fácil: uma descida de cerca de seiscentos metros de veículo, um dia inteiro no fundo e a subida ao fim da tarde. A altitude na orla ronda os 2.300 metros e alguns hóspedes sentem-na durante a noite; o fundo é mais baixo e mais quente. Não é preciso caminhar.
- Dezasseis dias são demasiado para um primeiro safári?
- É mais longo do que a maioria das primeiras viagens, e de propósito — cobre dois países e os dois lados da migração. Se for mais do que procura, as versões mais curtas naturais são o circuito da Tanzânia sozinho, ou o Serengeti e o Mara sem Amboseli. Diga-nos o tempo de que dispõe e damos-lhe forma.
- Pode fazer-se fora dos meses da migração?
- Sim, e é uma boa viagem todo o ano. Fora de julho a outubro, os campos do rio no norte são normalmente substituídos por campos colocados mais perto de onde estiverem as manadas, e de janeiro a março fica nas planícies do sul para a época dos nascimentos, que traz a sua própria concentração de predadores.

