- Capital
- Dodoma (Dar es Salaam é a maior cidade)
- Moeda
- Xelim tanzaniano (TZS); o dólar americano é amplamente aceite no turismo
- Línguas
- Suaíli e inglês
- Fuso horário
- UTC+3 (hora da África Oriental)
- Eletricidade
- 230 V, 50 Hz
- Tipo de ficha
- Tipos D e G
- Indicativo telefónico
- +255
- Conduz-se
- Pela esquerda
A Tanzânia é a África Oriental no que tem de mais espetacular: a erva sem fim do Serengeti, as paredes da cratera do Ngorongoro, grandes manadas de elefantes em Tarangire e as praias de areia branca de Zanzibar, tudo num só país. Recompensa quem faz o primeiro safári como poucos lugares, e aqui construímos cada viagem sobre um conhecimento em primeira mão dos parques e das estações.
Deslocar-se é simples depois de chegar: a maioria voa para Kilimanjaro (JRO) para o circuito norte, para o Julius Nyerere International (DAR) para Dar es Salaam e os parques do sul, ou diretamente para Zanzibar, para o Abeid Amani Karume International (ZNZ), que recebe voos diretos da Europa e do Golfo. A par do suaíli fala-se inglês em larga medida, as pessoas são conhecidas pela sua simpatia, e um pouco de planeamento antes de voar permite-lhe entregar-se à experiência assim que aterra.
A Tanzânia é um destino de safári de primeira linha. O país tem 3 circuitos turísticos de safári: o circuito norte, o circuito oeste e o circuito sul. O circuito norte é o mais popular, com o Parque Nacional do Serengeti e a cratera de Ngorongoro a oferecerem o melhor safári da Tanzânia. Juntando a migração anual dos gnus, fica em posição de assistir ao safári de uma vida.
A melhor altura, num relance
Padrão indicativo para o circuito norte da Tanzânia. A posição da migração depende das chuvas; o calendário exato varia de ano para ano.
Entrada: Tanzânia
A maioria dos visitantes precisa de visto para entrar na Tanzânia, e o eVisa oficial, pedido online com antecedência, é hoje a via normal; já não é possível obter visto junto de uma alta comissão da Tanzânia no estrangeiro. Um visto de turismo de entrada única pode, nalguns casos, ser emitido à chegada nos principais pontos de entrada, mas isso não está assegurado para todas as nacionalidades, pelo que o mais seguro é pedir o eVisa antes de voar. Além disso, todos os visitantes de Zanzibar têm de ter um seguro de viagem de entrada obrigatório da Zanzibar Insurance Corporation, adquirido no portal oficial de turismo de Zanzibar e verificado à chegada; um seguro de viagem internacional comum não cumpre este requisito. É exigido certificado de febre amarela a quem chega de um país com risco de transmissão de febre amarela. As regras de entrada mudam, por isso confirme os requisitos em vigor para a sua nacionalidade e itinerário antes de viajar e utilize a ferramenta de vistos nesta página para verificar o que se aplica ao seu caso.
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Verificar os requisitos de visto para Tanzânia →
As verificações e os pedidos de visto são tratados pela VisaHQ. Confirme sempre as regras de entrada em vigor para a sua nacionalidade antes de viajar.
Verificação de vistos fornecida pela VisaHQ. A Charnette Labs, que concebeu este site, pode receber uma comissão se apresentar o pedido através deles, sem custo adicional para si. Nenhuma das partes define estes requisitos de entrada.
Como se desloca em safári
Depois de aterrar, os safáris deslocam-se entre os parques em avioneta, com transfers curtos por estrada nas duas pontas. Aviões pequenos ligam pistas de erva em rotas fixas, e o seu guia espera-o com o veículo na pista — o trajeto até ao campo é muitas vezes já a primeira saída de observação. A Wildtouch encaixa os voos, os transfers e os tempos de percurso em cada itinerário.
Tempo e clima
A Tanzânia é outro país situado nos trópicos. O padrão climático não é marcado, pelo que o país não tem estações definidas como o inverno, o verão, o outono ou a primavera. O tempo define-se antes pela estação seca e pela estação das chuvas.
A estação seca vai de junho a outubro, com temperaturas entre 20°C/68°F e 30°C/86°F. Chove pouco ou nada e a humidade é baixa. À noite arrefece, por isso recomendamos que leve roupa quente.
A estação das chuvas vai de novembro a maio, com máximas diurnas à volta dos 30 °C/86 °F nas zonas mais baixas e ar bastante mais fresco nas terras altas e na borda da cratera. De manhã e à noite está frio, por isso leve roupa quente.
Novembro e dezembro — é a estação das chuvas curtas. As chuvas duram cerca de um mês, algures entre esses dois meses. No circuito turístico do norte, começam já em outubro.
Janeiro e fevereiro — nestes meses há uma pausa nas chuvas no circuito norte e na região costeira. Outros parques podem não a sentir.
Março, abril e maio — nestes meses chove com intensidade quase todos os dias. Ainda assim, a chuva cai ao fim da tarde e à noite e raramente afeta as suas saídas de observação.
Melhor altura para visitar
A melhor altura para visitar a Tanzânia é a estação seca (de junho a outubro). É o melhor momento para ver fauna. Junho e julho colocam-no no Serengeti enquanto a migração sobe para norte, um dos grandes espetáculos naturais que existem. Para a época dos nascimentos, viaje entre finais de janeiro e fevereiro.
Destaques mês a mês:
Estação seca (JUNHO A OUTUBRO)
Junho e julho — são os melhores meses para ver a migração dos gnus. Há muitos visitantes e esta é uma altura concorrida.
Agosto e setembro — os melhores meses para assistir à travessia dos gnus no rio Mara. Como chove pouco, avista-se fauna com facilidade nas charcas onde se concentra para beber. Em agosto e setembro o céu costuma estar limpo durante o dia, o que em parte explica que a luz seja tão boa para fotografia.
Estação das chuvas (novembro a maio)
Janeiro e fevereiro — é a época dos nascimentos: no auge nascem cerca de 8000 crias de gnu num único dia e algo da ordem de meio milhão ao longo das poucas semanas que dura. A concentração de recém-nascidos atrai os predadores, pelo que é uma excelente janela para assistir a uma caçada. Acontece nas planícies do sul do Serengeti e na zona de Ndutu.
É época baixa, com preços geralmente mais baixos, o que permite viajar com um bom orçamento.
A chuva da estação verde cai normalmente à tarde e não ao longo da manhã, pelo que as saídas em geral realizam-se; março, abril e maio são os meses mais chuvosos e aqueles em que é mais provável uma saída ser encurtada.
Vida selvagem
A Tanzânia é um destino de safári de primeira linha. A qualidade da vida selvagem e de toda a experiência de safári é excelente. O país tem 3 grandes circuitos turísticos: o circuito norte, o circuito sul e o circuito oeste. Todos são muito interessantes e, pela combinação do que oferecem, fazem da Tanzânia um destino de vida selvagem notável.
Os Cinco Grandes são o que a maioria de quem viaja pela primeira vez espera ver, e o leão, o elefante, o búfalo e o leopardo avistam-se com regularidade no circuito norte; o rinoceronte-negro é o raro, e a Cratera do Ngorongoro é o local mais provável para o encontrar.
Migração dos gnus
A migração dos gnus é um dos fenómenos de vida selvagem mais singulares de África, de ocorrência natural; acontece todos os anos entre o Parque Nacional do Serengeti, na Tanzânia, e a Reserva Nacional Masai Mara, de finais de junho a outubro.
Mais de 1,5 milhões de ungulados — sobretudo gnus, zebras e gazelas — migram do Parque Nacional do Serengeti para o majestoso Masai Mara à procura de água e pastagem. A travessia do rio Mara é o clímax deste acontecimento. O rio está cheio de crocodilos-do-nilo e, infelizmente, para alguns dos migrantes a peregrinação termina ali.
A época dos nascimentos é o outro grande acontecimento: nas planícies do sul nascem cerca de meio milhão de crias no espaço de poucas semanas, com umas 8000 a chegar num único dia no auge. A concentração de recém-nascidos atrai predadores em número, pelo que é uma das melhores janelas do ano para assistir a uma caçada.
Como chegar
Pode chegar à Tanzânia pelos principais aeroportos: o Aeroporto Internacional do Kilimanjaro ou o Aeroporto Internacional Julius Nyerere.
O Aeroporto Internacional do Kilimanjaro é a porta de entrada para o circuito norte, o mais visitado.
O Aeroporto Internacional Julius Nyerere é o principal aeroporto da Tanzânia e a porta de entrada para quem quer explorar os parques do circuito sul.
Consoante o local onde queira fazer safári, aconselhamo-lo sobre a melhor logística para que a viagem corra de forma simples e tranquila.
O seu passaporte tem de ser válido por, pelo menos, seis meses e ter ao menos uma página livre para o visto.
O pedido de visto para a Tanzânia é um processo online simples, feito no portal do Governo https://visa.immigration.go.tz
É exigido certificado de febre amarela se chegar de um país com risco de transmissão, ou se tiver passado por um. O Quénia é um deles, por isso leve o comprovativo de vacinação se combinar o Quénia com a Tanzânia. Chegando diretamente do Reino Unido, da Europa ou da América do Norte, em geral não se aplica.
Os requisitos e procedimentos de entrada podem mudar ao longo do tempo, pelo que é aconselhável contactar-nos para informação atualizada sobre o que precisa.
O que vestir em safári
Prefira tons terra neutros: caqui, verde-azeitona, bege, castanho e verdes suaves, que se confundem com o mato. Evite o branco vivo (mostra o pó e destaca-se aos olhos dos animais) e evite sobretudo o azul e o preto, cores que atraem a mosca tsé-tsé.
Vista-se por camadas. As saídas de observação ao amanhecer, num veículo aberto, podem ser bastante frias, por isso leve um polar ou casaco quente que possa despir quando o dia aquecer. Junte um chapéu de sol, óculos de sol, protetor solar de índice elevado e mangas compridas e calças leves, para proteção do sol e dos insetos, além de calçado fechado de caminhada para o pó e o piso irregular.
Nas cidades e aldeias, e sobretudo junto às comunidades maioritariamente muçulmanas de Zanzibar, vista-se com discrição: cubra os ombros e os joelhos, por respeito pelos costumes locais.
Eletricidade e fichas
A Tanzânia funciona a 230V e 50Hz, pelo que a maioria dos aparelhos britânicos, europeus e australianos funciona diretamente, enquanto quem vem de países de 110-120V deve confirmar que os carregadores são de dupla voltagem (a maioria dos carregadores de telemóvel e de portátil é).
As tomadas são de tipo D e tipo G. A ficha de tipo G tem os mesmos três pinos retangulares usados no Reino Unido, pelo que uma ficha britânica encaixa muitas vezes sem adaptador; leve um adaptador de viagem universal por precaução. A eletricidade pode ser intermitente em campos remotos, onde funciona a energia solar ou a gerador, com horários limitados, por isso carregue os aparelhos sempre que puder e considere levar uma bateria externa.
Dinheiro e pagamentos
A moeda local é o xelim tanzaniano (TZS), mas o dólar americano é amplamente aceite em todo o setor do turismo. Leve notas de dólar impressas em 2009 ou depois, já que as mais antigas são frequentemente recusadas; leve uma mistura de notas pequenas e de valor mais alto.
Os cartões são aceites em muitos hotéis, lodges e estabelecimentos maiores, embora sejam menos aceites nas zonas rurais e nas localidades pequenas, por isso leve algum dinheiro para gorjetas, mercados e despesas miúdas. Há caixas automáticos nas cidades e nas localidades maiores. Vale a pena avisar o seu banco de que vai viajar, para que os cartões não sejam bloqueados.
Saúde e vacinas
É exigido certificado de vacinação contra a febre amarela a quem chega de um país com risco de transmissão de febre amarela, ou passou recentemente por um. Quem voa diretamente do Reino Unido, da Europa ou da América do Norte não costuma ser abrangido, mas confirme o itinerário completo, incluindo escalas.
A Tanzânia é zona de malária, pelo que se aconselha profilaxia antimalárica; fale com o seu médico de família ou com uma clínica do viajante bastante antes da partida, leve repelente de insetos, cubra-se ao amanhecer e ao anoitecer e use as redes mosquiteiras disponibilizadas. Beba água engarrafada ou devidamente tratada. Fale com um profissional de saúde sobre as vacinas de rotina e as recomendadas para a viagem, com várias semanas de antecedência, e viaje com um seguro médico e de evacuação abrangente.
Manter-se ligado
A cobertura de rede é boa nas cidades, nas localidades e em muitas zonas povoadas, embora desapareça em trechos remotos dos parques nacionais — o que faz parte do encanto. Um cartão SIM local ou eSIM de uma grande operadora tanzaniana dá dados a bom preço; para registar um SIM físico costuma ser necessário o passaporte.
A maioria dos lodges e campos tem Wi-Fi, mas em zonas remotas pode ser lento, partilhado e intermitente. Encare o tempo sem rede como parte do safári e não como uma falha, e descarregue mapas, música e leituras antes de seguir para o mato.
Gorjetas
As gorjetas são habituais e realmente apreciadas no turismo da Tanzânia. Em safári, o guia é central na experiência, e uma gorjeta para um guia excelente é a norma, a par de algo para as equipas do campo e do lodge, muitas vezes deixado numa caixa comum.
Leve algum dinheiro, de preferência em dólares americanos ou xelins, reservado para gorjetas, porque é difícil dar gorjeta com cartão. Se tiver dúvidas sobre os valores, o seu especialista de safári terá todo o gosto em dar orientações sensatas e atualizadas antes da viagem.
Segurança e etiqueta
A Tanzânia é um destino acolhedor e, em geral, seguro para quem toma as precauções habituais: vigie os seus pertences em mercados e terminais rodoviários movimentados, evite exibir objetos de valor e use transporte combinado à noite. Siga as indicações do seu guia em safári — os animais são selvagens e as regras existem para o proteger.
Os tanzanianos valorizam a cortesia e um cumprimento amável; umas palavras em suaíli, como «jambo» (olá) ou «asante» (obrigado), fazem diferença. Vista-se com discrição fora dos lodges e peça autorização antes de fotografar pessoas. Em Zanzibar e noutras comunidades muçulmanas, tenha especial atenção ao vestuário mais conservador e aos costumes locais.
Lista de bagagem para o safári
- Roupa em tons terra neutros (caqui, verde-azeitona, bege, castanho)
- Polar ou casaco quente para as saídas de observação frias ao amanhecer
- Camisas e calças leves de manga comprida, contra o sol e os insetos
- Chapéu de sol, óculos de sol e protetor solar de índice elevado
- Calçado de caminhada fechado e sandálias confortáveis
- Repelente de insetos para zonas de malária
- Adaptador de viagem universal (tipos D e G) e uma bateria externa
- Garrafa de água reutilizável
- Pequeno kit de primeiros socorros e medicação pessoal, incluindo antimaláricos
- Binóculos para observar os animais
- Máquina fotográfica com baterias e cartões de memória sobresselentes
- Notas de dólar americano (2009 ou mais recentes) e alguns xelins para gorjetas e pagamentos em dinheiro
- Roupa discreta para cidades, aldeias e Zanzibar
- Cópias do passaporte, do visto, do seguro e do certificado de febre amarela
Safáris por Tanzânia por onde começar
Percursos de exemplo, não partidas fixas — cada um é um ponto de partida que reconstruímos à volta das suas datas, do seu ritmo e do seu orçamento.
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- Preciso de voos internos para um safári na Tanzânia?
- Nem sempre, mas muitas vezes melhoram a viagem. O circuito norte — Tarangire, Ngorongoro, Lago Manyara — liga-se bem por estrada, ao passo que o Serengeti é suficientemente vasto para que um voo curto de avioneta poupe muitas horas. Apresentamos a escolha entre estrada e avião com o custo de cada opção.
Ainda a decidir? Diga-nos as suas datas e aconselhamo-lo — sem compromisso.

